sábado, 20 de agosto de 2011

24/08 - CIC Ferraz às 13:00 - NOSSO COMPROMISSO!

Conferência Municipal de Politicas Publicas para Mulheres.

Se você MULHER não lutar pelos seus direitos, 
alguém o fará por você. 

No entanto, podemos decidir o que você jamais decidiria, se estivesse presente.

Não deixe ninguém roubar o direito que compete a você.

PARTICIPE!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conferência de Politicas Publicas paraMulheres em Poá

Dia 25/08 - 8 as 17
Local: Salão Concórdia

Conferência Municipal de Políticas Publicas para Mulheres em Ferraz

Dia 24/08 - das 13 às 17 horas
Local: CIC Ferraz em frente a Estação Gianetti de trem

SMPP promove nos dias 03 e 04 de setembro a 4ª Conferência Municipal da Mulher

A Secretaria de Participação e Parceria (SMPP) realiza nos dias 03 e 04 de setembro a 4ª Conferência Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres de São Paulo no Centro de Exposições e Convenções do Expo Center Norte.
 O evento, organizado pela Coordenadoria da Mulher, tem como finalidade eleger durante os dois dias de debates as melhores propostas e delegações para serem representadas por São Paulo pela Conferência Estadual e Nacional.
Além de discutir temas relevantes à população feminina, a etapa municipal também terá momentos de descontração como o show da cantora Zezé Mota que será realizado no sábado, assim como atividades culturais e confraternizações, no decorrer do evento. Ao término dos trabalhos, serão divulgados os nomes das Delegadas eleitas para a Conferência Federal.
Os principais temas para essa Conferência foram elaborados durante as Pré-Conferências promovidas pela Coordenadoria da Mulher, junto com SMPP e movimentos feministas, a fim de diversificar as discussões sobre os direitos das mulheres e ampliar a mobilização da população sobre esse assunto.

Serviço:
4ª Conferência Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres de São Paulo
Quando: 03 e 04 de setembro
Local: Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme.

Programação:
Dia: 03 de setembro
08h / 12h – Café e Credenciamento
09h30 – Execução do hino nacional – As quatro vozes. Abertura oficial. Composição da Mesa de Abertura, de acordo com o Cap. IV Art.14º.

10h30 - Leitura e aprovação do Regimento Interno
10h40 - Mesa 1 - “Balanço Políticas Públicas Municipais para Mulheres no período 2007-2011”.

11h30 - Mesa 2 – Exposição “Desigualdade de Gênero: agenda, conquistas e desafios”. 

12h30/14h - Almoço 

14h00/ 16h30 – Grupos de Trabalho Eixos Temáticos.

16h30 – Café

17h – Show da Zezé Mota
 
Dia: 04 de setembro
09h/ 12h30 - Apresentação das propostas levantadas nos grupos para a Plenária e Votação das 3 propostas prioritárias de cada eixo temático
12h30/14h- Almoço
14h00 -.Comissão Eleitoral orienta e encaminha o processo de eleição das Delegadas Municipais para a 3ª. Conferência Estadual.
16h – Anúncio das Delegadas eleitas e Encerramento da Conferência.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Reunião Ampliada: 23/08

Convocação para tod@s que almejam lutar e fazer a diferença.

Câmara dos Vereadores de Ferraz às 19:00 horas.

RESOLUÇÕES APROVADAS NO 8º CONGRESSO NACIONAL DA UBM, REALIZADO NOS DIAS 10, 11 E 12 DE JUNHO DE 2011 EM PRAIA GRANDE – São Paulo.

Os conteúdos do dia 17/08/11 dizem respeito as resoluções aprovadas no Congresso Nacional.

Compete a nós: Mulheres e Homens lutar por um mundo de igualdade, contra toda forma de opressão.

Conheçam nossos trabalhos e dêm opiniões, para ajudarmos a construir um país melhor para nossa geração e a de noss@s filh@s e net@s.

Heloiza Santana

Resoluções do GT de Mulheres Lésbicas


· Criação de uma rede social da UBM para ampliação do debate contra a homofobia e defesa da laicidade do estado.

· Promover melhor aproximação e participação das mulheres lésbicas que integram a UBM

· Formar mulheres para o fortalecimento da Frente LGBT

· Participar nas campanhas do movimento LGBT, integrando e fortalecendo o debate do movimento LGBT da UBM junto às outras entidades que compõem o movimento LGBT

· Promover ações afirmativas no mês de aniversário da UBM com o objetivo de ampliar o debate no mês da visibilidade lésbica.

· Promover a cidadania e defender os direitos de LGBT

· Contribuir para uma democracia sem discriminação

· Defender a liberdade de orientação sexual e identidade de gênero.

Moções:
- Repúdio ao machismo

- Apoio à Marcha das Vadias

- Repúdio às piadas de mau gosto do humorista Rafinha Bastos

- Homenagem a Lilian Martins e a Heleieth Saffioti

- Repúdio à proposta do empresário Sandro Mabel sobre o golpe da terceirização que estende a terceirização para as chamadas atividades-meio, revogando norma do TST que limita a terceirização às atividades-fim.

- Moção de apoio a Gilce Cosenza, pela dedicação ao trabalho na UBM

Conferência Livre de Jovens Mulheres da UBM: Rumo a II Conferência Nacional de Juventude


Propostas:
1. Trabalho – Campanha em defesa da igualdade salarial. Defender melhores condições de disputa no mercado de trabalho.

2. Democratização da Mídia- Desconstruir os estereótipos machistas é regulamentar a imagem das mulheres veiculadas em todos os meios de comunicação. Este ítem deve ter papel protagonista neste debate.

3. Educação – Defender incondicionalmente as CRECHES e ESCOLAS DE TEMPO INTEGRAL. Incluir as creches no PNE para que façam parte do cotidiano das universitárias, sendo item indispensável na assistência estudantil.

4. Defender a lei Maria da Penha. Porém, não dissociada da cobrança dos demais mecanismos da rede de proteção a mulher, delegacias da mulher, varas especializadas, centros de referencia, casas abrigos, etc.

5. Reforma Política - A ampliação da ocupação dos espaços de poder pelas mulheres perpassa pela construção de uma Reforma Política que defenda: A lista fechada com alternância e financiamento público de
campanha.

DESTAQUE – O CENTRO DO DEBATE NA II CONFERENCIA NACIONAL DE JUVENTUDE SERÁ:

Saúde – Reafirmaremos “Aborto: Questão de Saúde pública!”. Não permitiremos que a onda conservadora que acuou o kit anti-homofobia vença este debate na II Conferência Nacional de Juventude. Esta defesa terá centralidade em nossa mobilização rumo à conferência. Devemos ainda fazer uma ampla articulação com os diversos movimentos de mulheres para que esta seja uma bandeira unificada das jovens mulheres na II Conferência Nacional de Juventude emplacando assim uma necessária derrota ao retrocesso e ao conservadorismo e assegurando uma importante vitória para a jovem mulher brasileira


Violência de Gênero


Lutar contra a violência de gênero em todas as formas de suas manifestações contra as mulheres

· Lutar pela efetiva implementação da Lei Maria da Penha

· Atuar permanentemente na prevenção da violência contra a mulher, através do diálogo com mulheres e homens para fortalecer uma cultura de não afirmação da violência, do racismo, da homofobia e lesbofobia
nas relações, utilizando-se de ações como seminários , mapeamento de grupos vulneráveis, controle social do atendimento.

· Ampliar a articulação com outros movimentos sociais, desenvolvendo ações que permitam enfrentar a violência de gênero.

· Defender o fortalecimento da rede de atenção e das políticas públicas destinadas às mulheres vítimas de violência, através da melhoria dos espaços existentes e da ampliação do número de casas abrigo, centros de referencia, delegacias especializadas, juizados especializados, defensorias públicas, serviços de emissão de laudos no IML, serviço de notificação compulsória nas unidades de saúde, serviços de atendimento ao agressor.

· Lutar pela implementação do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

· Lutar pelas redes de proteção à mulher vítima de violência, e viabilização de outras estratégias que possibilitem a autonomia e reinserção social dessa mulher.

· Lutar pela participação das mulheres nos espaços de controle social.

· Defender e contribuir com a capacitação profissional humanizada de tod@s profissionais que atuam no atendimento à mulher vítima de violência, buscando enfrentar a violência institucional, a re- vitimização da mulher, o racismo, a intolerância religiosa, a homofobia, a intolerância geracional a idosas e jovens e todo tipo de preconceito que as mulheres enfrentam quando buscam atendimento por denunciar a Violência.

· Lutar pela melhoria do atendimento às mulheres vítimas de violência no setor de saúde, buscando o fortalecimento do SUS, o enfrentamento da AIDS, legalização do aborto, atendimento sensível ás peculiaridades de orientação sexual.as as formas de sua manifestação cont

A Mulher, o Projeto Nacional de Desenvolvimento e o Meio Ambiente


· Realizar um SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE A MULHER E O MEIO AMBIENTE, tendo como primeiro e principal tema a abordar: as alterações no Código Florestal Brasileiro, mas, incluindo também os outros temas: Reforma Urbana e Gestão das Grandes Cidades, Reforma Agrária, Saneamento Básico e Gestão de Resíduos Sólidos, Segurança Alimentar e Nutricional, Gestão das Águas no Brasil (superficiais e subterrâneas) e Matrizes Energéticas vigentes e alternativas, inclusive a Energia Nuclear. Recomenda-se que a UBM realize seminários com esses conteúdos nos Estados e Municípios, preferencialmente antes do Seminário Nacional.

· Estimular a participação das mulheres em todos os espaços de elaboração e gestão de políticas públicas, tais como: Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais de Meio Ambiente, Conselhos Nacional e Estaduais de Recursos Hídricos, Comitês de Bacias Hidrográficas, Comitês da Biosfera e ou da Biodiversidade, Conselhos de Segurança Alimentar, Conferências temáticas municipais, estaduais e
nacional.

· Discutir a gestão das grandes cidades, incluindo a dimensão de gênero e a sustentabilidade socioambiental no debate das: Reforma Urbana, Reforma Agrária, Reforma Política, Democratização da Mídia, além de
outros, enfocando as questões de gênero e a questão ambiental de forma transversal a todas essas reformas.

· Promover discussões sobre a Reforma Educacional de modo que enfrente a discussão da educação ambiental, formal e não formal, como conteúdo transversal de todas as demais disciplinas, e que capacite e
empodere os/as professores/as, os alunos, a população em geral e os movimentos sociais sobre os temas ambientais; bem como, incentive as boas práticas de proteção e preservação dos elementos da Natureza e a
recuperação de ambientes degradados.

· Analisar as dimensões socioambientais dos conflitos e da corrida armamentista e destacar o papel das mulheres na construção da paz mundial, na luta contra o imperialismo estadunidense, contra a permanência e instalação das bases militares estadunidenses nos países, na luta pela soberania nacional, além de outras.

· Aprofundar o debate sobre a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, o traçado da RODONORTE no RODOANEL, na Serra da Cantareira, em São Paulo e sobre o Código Florestal.

· Estimular a participação no 1º Encontro Nacional de Defesa do Meio Ambiente – CTB dias 15, 16 e 17 de junho.

Reforma Urbana


Incentivar a participação política da mulher nos espaços de poder locais, regionais e nacionais: associação de moradores, grupo de mulheres, câmara de vereadores, prefeituras municipais, assembléias legislativas. Conselhos de controles sociais.


· Defender o fortalecimento das redes de equipamentos públicos em pleno funcionamento: creches públicas, escolas públicas em tempo integral, lavanderias públicas, postos de saúde, centros de convivências, restaurantes populares, CRAS.


· Lutar pela implantação do Estatuto das Cidades, com destaque para discussão do Plano Diretor participativo.


· Incentivar a participação das Ubemistas na Conferencia Nacional das Cidades, apresentando a plataforma feminista da reforma urbana e reivindicando a criação/fortalecimento de conselhos municipais e estaduais das cidades.


· Realizar formação política continuada com recorte de gênero e cidade.


· Lutar pela garantia da implementação do PAC e do Programa Minha Casa Minha Vida


· Defender a criação do programa “As Mulheres e as Cidades, incentivando a atuação política e cultural das mulheres, especialmente as chefes de família, de baixa renda e atendidas pelos programas  sociais do governo federal.

Cultura e Midia


Defender a democratização da Mídia.

· Combater os estereótipos e imagens discriminatórias sobre a mulher, na mídia

· Denunciar todo tipo de discriminação á mulher nos meios de  comunicação de massa.

· Lutar por uma regulamentação quanto à imagem das mulheres veiculadas em todos os meios de comunicação, que esteja orientada pela valorização da participação da mulher em condições de igualdade com os homens em todos os setores da sociedade

· Promover junto a sociedade através dos diferentes espaços midiáticos, as experiências positivas da presença das mulheres em instâncias de poder e em diferentes espaços públicos

· Exercer com rigor o controle social, com o olhar de gênero, sobre a imagem da mulher nos meios de comunicação.

· Dar cursos de capacitação sobre as discriminações de gênero voltados para os diferentes setores da população destacando-se @s profissionais que atuam na produção e reprodução dos diferentes gêneros midiáticos.

· Desenvolver ações de comunicação como sites, blogs, redes sociais, materiais impressos, rádios, vídeos nas cidades e estados onde existe UBM, especialmente com linguagem voltada para a juventude. Nestes veículos (nossos), apresentar diversas facetas da mulher, que as propagandas capitalistas não mostram. Criar um material que explique passo-a-passo como acessar, criar e manter mídias virtuais e fazer nosso debate junto às nossas bases;

· Melhorar políticas de comunicação e formação da UBM, agregando mais informação ao portal, linkando informações dos nossos blogs no site da UBM, desenvolvendo ações como o cineclube feminista.

· Fazer do site da UBM a nossa mídia alternativa.

· Lutar por órgãos de regulamentação e conselhos de comunicação – dos
quais as mulheres têm que participar – e por uma legislação mais dura
sobre imagens apelativas de mulher na mídia.

· Defender uma conferência e/ou um encontro de mídia e cultura no âmbito da mulher, além de oficinas, grupos e outras formas de organização.

· Defender a garantia da presença do movimento feminista no Conselho Nacional de Comunicação.

· Tratar a questão das mulheres negras mais a fundo, especialmente por conta do modelo de beleza padrão.

· Buscar intervir junto às secretarias de cultura dos municípios para combater a lógica padronizadora dos concursos de beleza como miss, rainha, musa, etc.

· Divulgar a UBM nas escolas, universidades e outros espaços de formação, inclusive os informais, através de cartilhas sobre gênero que seriam apresentadas em oficinas e encontros a partir de diferentes manifestações culturais como teatro, literatura, artes visuais, músicas, cinema e outras expressões. Dar atenção especial aos cursos de comunicação e aos de formação de professores/as.

Educação Inclusiva e não Sexista


Ampliar a participação da UBM em debates, palestras e afins em parceria com os demais movimentos sociais e poder publico, pautando e difundindo a concepção emancipacionista;
· Desenvolver uma ampla campanha nacional em defesa da melhoria e criação de creches públicas, em tempo integral, observando o que diz a Constituição Brasileira sobre o direito universal das crianças de 0 a 6 anos.

· Estimular a participação da sociedade civil nos conselhos de controle social, desde a associação de pais, mães e mestres na escola, até os espaços institucionais do poder público, com intuito de promover o debate sobre a formação não sexista, incluindo um pleito de assento no conselho nacional de educação – CNE.
· Combater os estereótipos na educação e nos livros didáticos que reforçam as idéias de submissão, desigualdade e subalternidade das mulheres.
· Lutar por uma educação inclusiva e não sexista, não-homofóbica e antiracista
· Lutar pelo acesso e ampliação à alfabetização, informação e capacitação das mulheres, por meio de políticas públicas e responsabilidade do Estado
· Mobilizar as mulheres em torno da aprovação de um Plano Nacional de Educação (PNE), observando:
- a revisão curricular de todos os níveis e modalidades de ensino que propicie uma educação não sexista e tire as mulheres da invisibilidade, promova a equidade de gênero com enfoques etno-raciais, geracionais e de orientação sexual .

- a valorização e formação dos profissionais da educação, garantindo a transversalidade do debate de gênero e capacitação para inclusão de disciplinas específicas
- a aprovação de 10 % do PIB para educação e 50% do Fundo Social do Pré-Sal pra Educação
- a garantia de assistência estudantil para as mulheres










Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos


Defender o SUS (Sistema Único de Saúde) como bandeira feminista

· Lutar contra a criminalização das mulheres e defender a discriminalização e legalização do aborto, como uma questão de saúde pública e em defesa da vida

· Lutar pela real implementação do Programa de Atenção Integral á
Saúde da Mulher

· Lutar pela redução da mortalidade materna, exigindo a implementação do Pacto Pela Redução da Mortalidade Materna, nos estados e municípios.

· Lutar pela melhoria da qualidade de vida das mulheres e para que as mulheres possam assumir o controle sobre sua saúde sexual e reprodutiva.

Mulher e o mundo do trabalho


Defender a valorização do trabalho das mulheres com garantia dos
direitos trabalhistas, com igualdade salarial para homens e mulheres,
com registro em carteira, com acesso a cargos de direção e redução da
jornada de trabalho

· Lutar contra qualquer relação de trabalho discriminatória em razão de
sexo, raça/etnia, orientação sexual, geração e deficiência.

· Lutar pela implantação de equipamentos sociais que minimizem a dupla
jornada de trabalho, possibilitando ampliar o tempo disponível das
mulheres

· Lutar pela acesso ao crédito para o empreendedorismo das mulheres

· DISCRIMINAÇÃO - ao ser combatida, devem-se levar em conta as
dimensões de gênero, etnia, raça, idade, escolaridade, orientação
sexual e deficiência que, apesar de não esgotarem a questão da
discriminação, são os focos de grandes desigualdades no mundo do
trabalho.

· Lutar por creches qualificadas que funcionem 24 horas

· Desenvolver intensa campanha pela divisão das tarefas familiares

· Lutar pelo respeito a autonomia e liberdade de escolha das mulheres

· Combater o modelo da boa mãe associado a amamentação,

· Combater as idéias tradicionais que impossibilitam a conciliação entre
maternidade e carreira profissional.

Resoluções políticas


Internacional
· Integrar-se no espírito novo da solidariedade internacional, expressado
no Fórum Social Mundial, onde participam milhares de pessoas do
mundo inteiro.

· Apoiar as manifestações contra a política imperialista dos Estados
Unidos e seus aliados

· Desenvolver a solidariedade das mulheres com as lutas dos povos

· Desenvolver a Campanha “América Latina e Caribe uma Região de PAZ:
Não as Bases Militares Estrangeiras”

Participação Política
· Atuar para promover maior participação das mulheres nos espaços de
poder e decisão como uma questão de democracia

· Defender o estado laico que respeite os direitos humanos das mulheres

· Lutar para que todos os Estados e Municípios do Brasil criem e
garantam o efetivo funcionamento, inclusive com orçamento próprio, da
Secretaria de Políticas para a Mulher

· Enfrentar a opressão de classe, gênero, raça e etnia em todas as suas
formas e espaços de manifestação

· Lutar por uma reforma política democrática e com a participação das
mulheres

· Estimular candidaturas femininas comprometidas com a luta
emancipacionista

· Defender e exercer o controle social na implementação de políticas
públicas para as mulheres

· Participar de forma organizada no processo de realização da III
Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, nos níveis
municipal, estadual e nacional.

· Aprofundar o diálogo entre as diferentes gerações de mulheres, em favor
da ampliação e fortalecimento da participação feminina.

· Fortalecer a luta das mulheres pela democracia e por um novo projeto
nacional de desenvolvimento.

· Articular audiência com a SPM para apresentar as propostas desse
congresso.

Desafio da UBM


O Brasil vive um momento ímpar de sua história. Dilma é a presidenta do
Brasil. Começa a cair o véu da invisibilidade da mulher. Mas é preciso avançar
na afirmação das políticas públicas com um projeto de nação socialmente
includente que valorize a diversidade cultural.

É neste contexto da luta emancipacionista que a União Brasileira de
Mulheres/UBM realizou o seu 8º Congresso, onde debateu a participação
política da Mulher e um Novo Projeto Nacional de desenvolvimento.

Fundada em agosto de 1988, a UBM tem participado de todas as lutas e
conquistas das mulheres e do povo brasileiro.

É hora de avançar. Portanto, fortalecer a UBM e mobilizar as mulheres
brasileiras é o desafio que teremos que enfrentar para angariar cada vez mais
a emancipação da mulher e da Humanidade.

domingo, 7 de agosto de 2011

Mulheres históricas

Clara Zetkin
 Nascida em Wiederau, Sassónia, era jornalista e foi uma brilhante oradora. Trabalhou na organização do movimento feminista internacional proletário, participou da Comuna de Paris onde conheceu Louise Michel, Laura e Jenny Marx. Foi delegada da II Internacional, redatora do ?L´ugualianza? e no Congresso de Gotha, em 1875, debateu a questão feminina.
Na segunda Conferência de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca, em agosto de 1910, sob sua direção, foi feita a proposta de se definir um dia de luta das mulheres para todo o movimento socialista internacional. As delegadas aprovaram a organização de um dia internacional das mulheres, comemorado em datas diferenciadas nos diversos países durante os primeiros anos que se seguiram. Alguns anos mais tarde, no início de 1917, em Petrogrado, então capital da Rússia, sacudida pela fome e pelas dificuldades da guerra, uma grande mobilização de mulheres foi o estopim para um processo de grandes mobilizações e greves que deu início à Revolução Russa. Era o dia 8 de março, segundo o calendário ocidental.

Simone de Beauvoir
Nascida em 9 de janeiro de 1908 em Paris, Simone estudou Filosofia na Sorbonne, onde em 1929 iniciou sua convivência com Sartre. Sua obra constitui-se em romances, autobiografias e numerosos ensaios, entre os quais o clássico O Segundo Sexo, escrito em 1949, em que refletiu sobre a condição feminina opondo-se aos defensores do ?eterno feminino? e ressaltando que as diferenças entre os sexos têm origem cultural e não natural. Este seu ensaio foi ? e ainda o é, de certa maneira - uma referência para as reflexões das feministas e estudiosas das relações de gênero de todo o mundo. Foi uma ativa defensora dos ideais anti-colonialistas (notadamente a defesa da libertação da Argélia) e socialistas, assim como participante de ações pela liberalização do aborto e da contracepção. São parte de sua obra os romances A Convidada (o primeiro, publicado em 1943), Os Mandarins (1954) e As Belas Imagens (1966) e as obras autobiográficas Memórias de uma menina bem-comportada (1958), A força das coisas (1963), Balanço Final (1972) e A Cerimônia do Adeus (1981). Escreveu ainda Uma morte muito doce (1964) após a morte de sua mãe e A Velhice (1970), uma reflexão amarga sobre a indiferença aos mais velhos. Faleceu em 14de abril de 1986, também em Paris.

Projeto Mulheres da Paz abre inscrições para novas agentes

Lançando um olhar feminino transformador sobre a cidade de Ferraz de Vasconcelos, o projeto Mulheres de Paz, criado em meados do ano passado, abrirá vagas para novas agentes contribuírem com esta nobre causa no município. A ideia é proporcionar a oportunidade de reintegração social e capacitação por meio de cursos gratuitos. Haverá também a implementação de ações de combate e prevenção à violência através de um conjunto de ações de capacitação, sensibilização, mobilização e acompanhamento aos jovens.

Além disso, o Mulheres da Paz tem como objetivo fortalecer as práticas políticas e sócio-culturais desenvolvidas por mulheres em suas comunidades, numa perspectiva metodológica transformadora e permanente. O projeto tem como objetivo capacitar, inicialmente, 60 mulheres moradoras da comunidade que constitui a área conflagrada do foco Território da Paz do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Pronasci, (Vila Cristina, Vila Mariana e Vila Margarida) para atuar como agentes sociais.

E, para isto, será promovido um curso de formação e capacitação com uma carga horária total de 120 horas. As horas serão divididas em módulos e oficinas, que abordará conteúdos específicos relativos ao ‘Apoio Psicossocial Coletivo e Ações do Pronasci’, Emancipação das Mulheres, prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres (Lei Maria da Penha), Conhecimentos de Informática, Saúde e Psicologia e também Ações preventivas e formativas do Pronasci.

Para participarem do Mulheres da Paz, as mulheres precisam ter no mínimo 18 anos e possuírem o Ensino Fundamental completo. Elas também devem possui renda familiar de até dois salários mínimos e residir em um dos bairros de atuação do projeto. Além disso, elas deverão também possuir uma disponibilidade de 12 horas semanais para se dedicarem ao programa. Cada uma delas receberá uma remuneração mensal de R$ 190,00.

As inscrições serão realizadas de 10 de agosto a 09 de setembro, das 08h30 às 12h30, em dias úteis, no espaço destinado ao projeto que situa-se à Av. Brasil nº 966, no centro de Ferraz. No ato da inscrição deverá ser preenchida uma ficha de cadastro e avaliação socioeconômica. As inscrições são gratuitas e as candidatas devem portar RG, CPF, comprovante de renda e de endereço.

Por: Alison Santos

Escola de Cidadania da Zona Leste

DATAS DOS
ENCONTROS
Todas as SEXTAS-FEIRAS de AGOSTO a DEZEMBRO DE 2011 às 19h30, no
SALÃO DA IGREJA SÃO FRANCISCO – Rua Miguel Rachid, 997 – Ermelino Matarazzo

AGOSTO/2011
DATAS
TEMAS
CONVIDADOs/As
5/08
Reforma política. Mudar para continuar na mesma?
Deputada Federal LUIZA ERUNDINA
12/08
Orçamento e plano de metas: na Cidade SP e ZL
Professor ODILON GUEDES
19/08
Anel universitário e Cursos na Univ Fed da Zona Leste
Ministro da Educação FERNANDO HADDAD e Diretores dos Campi da Unifesp
26/08
Cidadania e desenvolvimento na ZL e Brasil
Professor LADISLAW DOWBO


SETEMBRO/2011
DATAS
TEMAS
CONVIDADOS/as.
2/09
Zona Leste: impactos e passivos sociais das intervenções referentes à Copa 2014
Ministro dos Esportes ORLANDO SILVA e
ANDRES SANCHES Presidente do Corinthians
9/09
Cidadania e participação
CHICO WHITAKER
16/09
Ética e cidadania
Professor FERNANDO ALTEMEYER
23/09
Como conquistar a justiça para todos e para todas?
Ministro da Justiça JOSÉ EDUARDO MARTINS CARDOSO
30/09
Cursos de Extensão da UNIVERSIDADE FEDERAL DA ZONA LESTE. Quais já estão funcionando? Quais as novas propostas? Avaliar e planejar 2011-2012.
Professores/as da UNIFESP

OUTUBRO/2011
DATAS
TEMAS
CONVIDADOS/as.
7/10
O papel da comunicação hoje
Jornalista LUÍS NASSIF
14/10
Plano de metas e Gestão pública da Cidade de S. Paulo
ODED GRAJEW e XIXO - Escola de Governo
21/10
O papel das entidades sociais
IVAN OLIVEIRA e SERGIO HADDAD
28/10
Eleições 2010 e critérios éticos para eleições de 2012.
Eleição e Religião: conscientização ou manipulação?
Professor Waldir Augusti, Luis França e lideranças das Religiões, Filosofias e Igrejas

NOVEMBRO/2011
DATAS
TEMAS
CONVIDADOS/as.
4/11
Projeto BRASIL SEM MISÉRIA. Quais os PASSOS para se construir uma ZONA LESTE SEM MISÉRIA?
Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello
11/11
Direitos Humanos, o que são?
Secretária dos Direitos Humanos
MARIA DO ROSÁRIO NUNES
18/11
O que é Cultura? Formas e projetos.
Tião Soares - Mestre em Educação e Doutorando em Ciências Sociais(PUC/SP)
25/11
Debate sobre “Prioridades para Zona Leste”. O quer deve ser priorizado para a Zona Leste?
Todos os Movimentos, Entidades e Lideranças da Zona Leste.

DEZEMBRO/2011
DATAS
TEMAS
CONVIDADO/as
2/12
Entrega do Prêmio CIDADÃO ZONA LESTE. Entrega dos certificados aos participantes da Escola. Planos para 2012.
Membros da Escola e Convidados(as).
FAÇA  SUA  INSCRIÇÃO  E  PARTICIPE  GRATUITAMENTE
SERÁ FORNECIDO CERTIFICADO PARA QUEM ALCANÇAR 80% DE PRESENÇA  E UM TCC NA ESCOLA CIDADANIA
Nome: ___________________________________________________________________________
End. _______________________________________________________________nº________ CEP __________________
Bairro ___________________________________ Subprefeitura ______________________________________________
Telefone: __________ E-mail _________________________________________________________________
* Os participantes receberão a certificação pela UNIFESP.

Local: Salão da Igreja São Francisco, Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino Matarazo.
Não deixe de enviar sua inscrição o mais breve. franca-luis@uol.com.br ou vozdacomunidade@uol.com.br 
Luis França: 7194.4426