terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cultura e Midia


Defender a democratização da Mídia.

· Combater os estereótipos e imagens discriminatórias sobre a mulher, na mídia

· Denunciar todo tipo de discriminação á mulher nos meios de  comunicação de massa.

· Lutar por uma regulamentação quanto à imagem das mulheres veiculadas em todos os meios de comunicação, que esteja orientada pela valorização da participação da mulher em condições de igualdade com os homens em todos os setores da sociedade

· Promover junto a sociedade através dos diferentes espaços midiáticos, as experiências positivas da presença das mulheres em instâncias de poder e em diferentes espaços públicos

· Exercer com rigor o controle social, com o olhar de gênero, sobre a imagem da mulher nos meios de comunicação.

· Dar cursos de capacitação sobre as discriminações de gênero voltados para os diferentes setores da população destacando-se @s profissionais que atuam na produção e reprodução dos diferentes gêneros midiáticos.

· Desenvolver ações de comunicação como sites, blogs, redes sociais, materiais impressos, rádios, vídeos nas cidades e estados onde existe UBM, especialmente com linguagem voltada para a juventude. Nestes veículos (nossos), apresentar diversas facetas da mulher, que as propagandas capitalistas não mostram. Criar um material que explique passo-a-passo como acessar, criar e manter mídias virtuais e fazer nosso debate junto às nossas bases;

· Melhorar políticas de comunicação e formação da UBM, agregando mais informação ao portal, linkando informações dos nossos blogs no site da UBM, desenvolvendo ações como o cineclube feminista.

· Fazer do site da UBM a nossa mídia alternativa.

· Lutar por órgãos de regulamentação e conselhos de comunicação – dos
quais as mulheres têm que participar – e por uma legislação mais dura
sobre imagens apelativas de mulher na mídia.

· Defender uma conferência e/ou um encontro de mídia e cultura no âmbito da mulher, além de oficinas, grupos e outras formas de organização.

· Defender a garantia da presença do movimento feminista no Conselho Nacional de Comunicação.

· Tratar a questão das mulheres negras mais a fundo, especialmente por conta do modelo de beleza padrão.

· Buscar intervir junto às secretarias de cultura dos municípios para combater a lógica padronizadora dos concursos de beleza como miss, rainha, musa, etc.

· Divulgar a UBM nas escolas, universidades e outros espaços de formação, inclusive os informais, através de cartilhas sobre gênero que seriam apresentadas em oficinas e encontros a partir de diferentes manifestações culturais como teatro, literatura, artes visuais, músicas, cinema e outras expressões. Dar atenção especial aos cursos de comunicação e aos de formação de professores/as.

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