terça-feira, 16 de agosto de 2011
Educação Inclusiva e não Sexista
Ampliar a participação da UBM em debates, palestras e afins em parceria com os demais movimentos sociais e poder publico, pautando e difundindo a concepção emancipacionista;
· Desenvolver uma ampla campanha nacional em defesa da melhoria e criação de creches públicas, em tempo integral, observando o que diz a Constituição Brasileira sobre o direito universal das crianças de 0 a 6 anos.
· Estimular a participação da sociedade civil nos conselhos de controle social, desde a associação de pais, mães e mestres na escola, até os espaços institucionais do poder público, com intuito de promover o debate sobre a formação não sexista, incluindo um pleito de assento no conselho nacional de educação – CNE.
· Combater os estereótipos na educação e nos livros didáticos que reforçam as idéias de submissão, desigualdade e subalternidade das mulheres.· Lutar por uma educação inclusiva e não sexista, não-homofóbica e antiracista
· Lutar pelo acesso e ampliação à alfabetização, informação e capacitação das mulheres, por meio de políticas públicas e responsabilidade do Estado
· Mobilizar as mulheres em torno da aprovação de um Plano Nacional de Educação (PNE), observando:
- a revisão curricular de todos os níveis e modalidades de ensino que propicie uma educação não sexista e tire as mulheres da invisibilidade, promova a equidade de gênero com enfoques etno-raciais, geracionais e de orientação sexual .
- a valorização e formação dos profissionais da educação, garantindo a transversalidade do debate de gênero e capacitação para inclusão de disciplinas específicas
- a aprovação de 10 % do PIB para educação e 50% do Fundo Social do Pré-Sal pra Educação
- a garantia de assistência estudantil para as mulheres
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